Apoios do Estado (RSI, Abono, etc) – o PERIGO do abuso

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Apoios do Estado RSI Abono PERIGO do abuso

Cada vez mais pessoas que não querem trabalhar recebem apoios do estado, como o RSI ou abonos. O problema é que estes abusos vão destruir o país se não for colocado um travão. E não, não me refiro só a nível financeiro.

Antes de começar quero alertar que os alvos não são todos os que recebem apoios do Estado. Apenas me refiro aos mais malandros e não aos que querem trabalhar mas que travam uma difícil batalha contra a pouca oferta de emprego.

 

Apoios do Estado – Valores

Os apoios do estado para famílias carenciadas estão divididos pelo RSI, Abono de família e ajudas extraordinárias como ajudas das Câmaras Municipais.

No que toca ao RSI, quem o pede recebe 189,66 euros por mês. Outros adultos da família recebem 132,76 cada um e as crianças são 94,83 cada uma. Estes valores encontram-se no site da segurança social.

Sobre os abonos, o valor máximo vai até aos 303,44 euros por criança até aos 3 anos. Varia muito com o estado da família, mas se houver uma mãe ou pai solteira/o que viva com pelo menos 3 filhos, o valor a receber anda perto do mencionado.

Por fim, existem os casos extraordinários, como apoios das Câmaras Municipais com subsídios e outros apoios.

A todos estes valores são subtraídos as despesas como o fornecimento de serviços externos (água, luz, etc). Ainda assim, são oferecidas ajudas das Câmaras / Estado para pagar as despesas. Então a maior ajuda consiste no preço das rendas em caso de habitações sociais.

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Olhando para estes apoios, pode-se dizer que se consegue viver minimamente tranquilo dentro dos mínimos aceitáveis para quem ainda não conseguiu sair das difíceis situações financeiras. O problema é que está a tornar-se num autêntico abuso descontrolado.

 

Abusos com os apoios do Estado

Estes benefícios só deviam ser atribuídos a pessoas que realmente o mereçam, mas, infelizmente, existem cada vez mais famílias a abusar. Estes vão desde o não quererem trabalhar até ao fazer filhos atrás de filhos para aumentar a receita.

É revoltante para quem trabalha ter que descontar para este tipo de gente que não quer fazer nada. Enquanto muitos têm que ir trabalhar de manhã cedo, os do RSI ficam a dormir até ás tantas e depois tomam o pequeno-almoço nos cafés / confeitarias. Os que trabalham vivem financeiramente apertados com tanta despesa (rendas das casas elevadas, por exemplo) e, em vários casos, com os postos de trabalho em risco. Os do RSI vivem tranquilos e seguros porque os apoios caem sempre a horas e sem falta, assim como têm ajudas nas despesas e não só.

Ou seja, quem não trabalha acaba por viver melhor do que vários que trabalham e ainda descontam para eles. Injusto, não é? Eu sei que actualmente a oferta de emprego é muito baixa e existe bastante precariedade, mas mesmo que fosse alta e com todas as condições de trabalho aceitáveis, os do RSI não se faziam à vida.

 

Casos Reais

Uma pessoa publicou no seu Facebook um caso real em Gondomar, distrito do Porto, de uma família que vive à custa dos apoios do estado. Acredito que alguns de vocês, após lerem o que está escrito abaixo, conheçam casos semelhantes.

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Este até é um caso simpático, por causa da parte do pai trabalhar a receber por debaixo da mesa, ou seja, sem descontos. Não fiquei nada surpreendido com o que li, mas ao mesmo tempo fiquei revoltado.

Querem um caso bem mais grave e revoltante? Lembram-se deste vídeo que se tornou viral no ano passado? Este com RSI e restantes apoios somados recebe bem mais e sem fazer nada.

Pior são são aquelas/es mães e pais solteiros que vivem com vários filhos em habitações sociais. Na maioria do caso são as mães solteiras que aproveitam-se para receber apoios financeiros maiores (os abonos de família que referi acima) para além do RSI. Arranjam homens para fazer filhos e, em alguns casos, já estão solteiras quando ainda estão grávidas. Estranho, não acham? Mentalidades de gente retardada.

 

O perigo do abuso dos apoios do estado

Se o número de famílias a viver com apoios do estado continuar a aumentar, irá representar um perigo para Portugal. O perigo não se trata apenas na vertente financeira, mas também na vertente social.

No lado financeiro acho que todos vocês sabem. Quanto mais dinheiro sair do Estado e quanto menos pessoas fizerem descontos, o sistema financeiro entra em colapso e não me acredito muito que sejam retirados os apoios do estado, especialmente a família com filhos.

No lado social, acho que o perigo já está bem activo. A nossa sociedade está no caminho da decadência, especialmente na nova geração. Muitos miúdos de hoje em dia não têm valores morais, como respeito ou empatia, fruto da má ou não educação por parte dos pais.

As famílias do rendimento mínimo representam uma grande fatia deste problema, pois o maior objectivo de ter filhos é o dinheiro em vez do amor em se ser pai ou mãe e educar como deve ser. Então quando chegarem a adultos e se “reproduzirem-se”, bem, acredito que saibam qual vai ser a finalidade da sociedade.

 

Conclusão

Apesar deste assunto revoltar-me imenso, não quero com isto dizer que sou a favor do fim dos apoios do estado. Deviam ser atribuídos a quem realmente merece e não a quem abusa da confiança.

Por exemplo, aqueles que sofrem de problemas psicológicos graves e que não têm direito a nenhum subsidio de doença, deviam ser mais prioritários. O caso de uma doença em grande crescimento é a depressão. Várias pessoas que sofrem do problema são descartadas dos trabalhos, por muita vontade que têm em trabalhar. A atribuição destes rendimentos mais as ajudas nos tratamentos para a cura seria uma decisão correcta e mais justa. Após estarem curados, ajudá-los com estágios remunerados para a reintegração no mundo do trabalho, independentemente da idade. É ou não é um exemplo mais justo?

Aos apanhados a abusar dos apoios do estado (como os casos que postei mais acima), seja a não quererem trabalhar, seja a fazerem filhos a torto e a direito, deviam ser condenados desde uma multa pesada a pena de prisão severa. A pena de prisão seria mais apropriada aos que fazem filhos atrás de filhos, porque contribuem para a destruição do desenvolvimento psicológico delas, podendo sofrer traumas psicológicos graves que as acompanharão para o resto da vida.

E vocês, o que acham destas minhas sugestões? Conhecem casos reais deste género? Escrevam na caixa de comentários mais abaixo. 🙂

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